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Nuno Prates

 

Nasceu em Alpiarça, é Conservador da Casa dos Patudos – Museu de Alpiarça desde 2011, Licenciado em História (Variante de Arqueologia) pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, frequentou ainda a Licenciatura em História da Arte, na mesma Universidade.
Na Universidade de Évora obtém Estudos Pós Graduados em Museologia.
Na Universidade Aberta, Lisboa obtém o Curso – Inventário do Património Cultural Imaterial.
É ainda formador na área e domínio da Didáctica da História, pela Universidade do Minho.
Mestrando em Gestão e Valorização do Património Cultural – especialidade Património Artístico e História da Arte
Professor de História, Investigador em História Local e Regional e Museólogo.
Tem colaborado em algumas publicações no âmbito da sua área académica e profissiosional.

 

Resumo

Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça: dinâmicas de um espaço para todos

A Casa dos Patudos vive essencialmente das suas coleções artísticas, com incidência na arte portuguesa e nasceu por vontade de José Relvas, que manifestou, várias vezes, a necessidade de mostrar o que se fazia de melhor ao nível das Belas Artes e Artes Decorativas.
Assim, encomendou ao Arquiteto Raul Lino, um projeto que contemplasse espaços dignos para apreciar a coleção e, ao mesmo tempo, fosse residência familiar.
A Casa dos Patudos foi propriedade de José Relvas, que a legou ao Município de Alpiarça com todo o seu acervo artístico. A coleção tem peças de variadas épocas e tipologias, desde o Séc. XV até aos inícios do Séc. XX. A Casa dos Patudos, pode ser encarada em três vertentes museológicas: A Casa em si, de Raul Lino; a coleção eclética e a memória do seu fundador, José Relvas. Neste espaço podemos encontrar uma vasta coleção de obras de arte, composta por pintura, escultura e artes decorativas. Na pintura portuguesa destacam-se: Silva Porto, José Malhoa, Columbano Bordalo Pinheiro e Constantino Fernandes, além de notáveis artistas de escolas estrangeiras. Podem, ainda, ser apreciadas porcelanas de Sèvres e de Saxe, azulejaria, peças da Companhia das Índias, cerâmicas da Fábrica das Caldas da Rainha (Rafael Bordalo Pinheiro), Rato, Bica do Sapato e Vista Alegre e ainda bronzes de Chapu, de Mercié e de Frémiet.
Apresenta-se como um espaço para todos, palco do Diálogo Intergeracional, estabelece uma «intervenção global a todos os níveis» desde o Espaço Museológico, o Arquivo Histórico/Centro de Documentação e a dinamização do Serviço Educativo, podendo assim ser possível integrar novas investigações e desenvolver diversas áreas de trabalho, no âmbito da História e Património Cultural. São todas estas experiências que tornam a Casa dos Patudos.

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Maria Nélia Castelo

Nasceu em Raposa (Almeirim), é Coordenadora dos Serviços Educativos da Casa dos Patudos – Museu de Alpiarça desde 2015. Licenciada em Artes Plásticas e Novos Média, pela Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha, Instituto Politécnico de Leiria.
Mestre em Gestão e Valorização do Património Cultural – especialidade Património Artístico e História da Arte, pela Universidade de Évora, com o trabalho final Um Contributo para a Estruturação e criação do Serviço Educativo da Casa dos Patudos – Museu de Alpiarça, com vista à valorização do seu Património Histórico e Cultural.
Concluiu a formação A psicologia da arte – como lemos e apreciamos as obras de arte (Culturgest e Nextart).

Resumo

Serviços Educativos da Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça: Visita orientada Peças com História

O serviço educativo é uma forma de comunicar e tornar o museu mais aberto ao público, nomeadamente ao público infantil, juvenil e sénior. A Casa dos Patudos, devido ao edifício singular, ao seu patrono e grande coleção, constitui um grande recurso a explorar. Aqui desenvolvemos e asseguramos atividades lúdicas e educativas, no intuito de dinamizar a instituição e de criar condições para um conjunto de atividades que visem dinamizar o diálogo intergeracional.
Na Casa dos Patudos – Museu de Alpiarça algumas peças da coleção têm histórias para contar. Esta Visita Orientada dedica-se aos pormenores e curiosidades pouco abordados nas visitas normais.
É uma visita onde se explora mais a história associada a algumas peças da coleção, explicando por exemplo como foi a aquisição, quem foram os autores, quem está representado ou o que elas significam para José Relvas.

 

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