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Ao encontro dos nossos oradores. A02 - Pedro Félix

documentado por encontrosdocumentais, em 06.01.16

O primeiro Encontro Documental de 2016, a 27 de Janeiro, contará igualmente com a presença do (re) conhecido professor doutor Pedro Félix para partilhar connosco a sua experiência com processos de salvaguarda e patrimonialização em Portugal apresentando-nos uma interessantíssima perspectiva arquivística e documental.

 

De como, no fado, tratamos da documentação e tratamento do património intangível

Em 2011, o Fado foi inscrito na tão desejada lista representativa da UNESCO do Património Imaterial. Na altura, a convenção do Património Imaterial tinha sido redigida em 2003 e começava a ser adoptada pelos países membros. O fado viria a ser a candidatura pioneira. Hoje estão no terreno anunciadas quase duas dezenas de candidaturas, da falcoaria à jangada de S. Torpes…. 

A comunicação que agora apresento visa introduzir algumas noções básicas sobre o património imaterial e a sua especificidade em termos arquivísticos e documentais, o impacte do programa da UNESCO nos processos de documentação e arquivística, apresentando as soluções encontradas ao longo do processo de candidatura do Fado.

 

Pedro Felix.jpg

  NOTA BIOGRÁFICA

Pedro Félix, antropólogo, é investigador do Instituto de Etnomusicologia - Centro de Estudos em Música e Dança da Universidade Nova de Lisboa (FCSH) desde 1997 e colabora com o Museu do Fado (desde 2005).

Na última década tem desenvolvido trabalho de terreno sobre grupos musicais em Portugal (grupos que se reconhecem como pertencentes ao domínio do pop-rock), tecnologia, indústria de edição de fonogramas, e património sonoro. Esse trabalho serviu de base para a elaboração de vários artigos científicos, apoiar a coordenação da Enciclopédia da Música em Portugal no Século XX para a qual escreveu mais de 50 entradas (nos domínios do pop-rock e do fado), e a elaboração de uma tese de doutoramento sobre prática musical em contextos de produção industrial, tendo como terreno o grupo Xutos & Pontapés.

Integrou a equipa responsável pela elaboração da candidatura do Fado a Património Cultural Imaterial da UNESCO, coordenando e desenvolvendo o trabalho de terreno e a inventariação de fonogramas históricos. Foi curador da exposição Óscar Cardoso. Um guitarreiro.

Actualmente coordena o programa de digitalização da colecção de fonogramas do Museu do Fado e é autor e co-autor de bases-de-dados correlacionais de repertório e fonogramas, projectos que integram o plano de salvaguarda do Fado.

Tem escrito sobre processos de digitalização a partir do processo desenvolvido no Museu, sobre o fado e sobre a gravação de som fruto dos dados recolhidos durante o processo de digitalização.

É actualmente co-cordenador do projecto europeu (programa ERA-Net) HeritaMus.

Desenvolve actividade lectiva na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas na área de métodos etnográficos e epistemologia quer do departamento de Ciências Musicais, quer na Pós-gradução em Estudos de Música Popular.

 

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