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Ao encontro dos nossos oradores - Daniel Gomes e Ricardo Basílio

documentado por encontrosdocumentais, em 31.01.19

Titulo: Como publicar informação na Web por forma a que seja preservada (Oficina)


- “Recomendações para publicar informação na Web” (Parte I), por Daniel Gomes, gestor do Arquivo.pt.

Duração: 90 minutos
Apresentam-se recomendações e técnicas de publicação na Web para que a informação digital não se perca e possa ser preservada para acesso futuro. O funcionamento dos arquivos da web é semelhante ao dos motores de busca como o Google.
As boas práticas na publicação e gestão de websites contribuem para o correto funcionamento dos arquivos e dos motores de busca sobre a web. As recomendações apresentadas são classificadas em fundamentais e aconselháveis. O desrespeito por  uma recomendação fundamental impossibilita o arquivo da informação de um sítio web.


- “Preservação de sítios Web no contexto institucional” (Parte II), por Ricardo Basílio, curador digital do Arquivo.pt.

Duração: 90 minutos
Os sítios Web institucionais refletem a dinâmica das organizações. Preservar as suas versões ao longo do tempo com  qualidade e fidelidade é salvaguardar um património importante.
Nesta apresentação mostra-se como aplicar processos de curadoria aos sítios Web institucionais. Apresenta-se a terminologia associada e os recursos disponíveis para recolher, armazenar e reproduzir de forma normalizada páginas Web para serem preservadas. Ilustra-se com exemplos concretos o que um profissional pode fazer para cuidar da preservação dos sítios Web e dos canais sociais da sua instituição. Termina-se por propor algumas técnicas de divulgação e reutilização dos conteúdos preservados.

 

Nota curricular

ricardobasilio_arquivopt_.jpg

 


Ricardo Basílio é presentemente curador digital do Arquivo.pt, no âmbito da Infraestrutura ROSSIO. Foi bibliotecário no Centro de Documentação Investigação & Doutoramentos da NOVA-FCSH e na Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian, no Projecto DigiTile. O seu trabalho de mestrado incidiu sobre a o processo de criação de uma biblioteca digital. Tem aprofundado o tema da preservação digital especialmente a preservação da Web.

 

 

 

 

 

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Ao encontro dos nossos oradores - Luís Batista

documentado por encontrosdocumentais, em 28.01.19

As potencialidades multimédia de um smartphone

Todos nós carregamos uma ferramenta de enorme potencial multimédia no bolso!

Cada vez mais somos confrontados com a necessidade de produzir objetos multimédia: fotografias, pequenos vídeos, podcasts, apresentações, vlogs..

A nossa tendência natural é procurar adquirir equipamentos específicos para essas tarefas: máquinas fotográficas, câmaras de vídeo, gravadores de som...

Na verdade, um simples smartphone, mesmo de gama baixa, possui todos estes recursos.

A oficina pretende desenvolver competência na exploração dessas capacidades multimédia dos smartphones modernos com recurso a aplicações gratuitas e de uso comum.

Pretende ainda procurar, em conjunto, formas e processos em como essas valências podem ser exploradas pelos docentes nos diversos contextos de disciplinas/aulas.

(Cada participante deverá possuir um smartphone ou tablet com iOS ou Android de geração recente com capacidade de aquisição foto, vídeo e áudio. Um par de auriculares com microfone (normalmente fornecidos com os equipamentos).)

 

Nota biográfica

luis_batista1.jpg

 

Licenciado em ensino de Educação Visual e Educação Tecnológica pela Universidade Aberta.

Mestre em cinema pela Universidade da Beira Interior.

É professor de educação visual nos 2º e 3º ciclos do ensino básico.

Embora seja essa a sua atividade principal, tem desenvolvido trabalhos na área do audiovisual ao longo de grande parte da sua vida.

Com muita experiência em vários domínios do audiovisual e da fotografia, tem produzido e colaborado em inúmeros projetos na área da música, do vídeo e do cinema, quer de forma profissional quer em contexto escolar.

No cinema tem trabalhos individuais premiados, tais como a curta metragem "O 21 da Rua da Esperança "e "Encruzilhada ", e em contexto escolar "Perigos na Net", "Só me apetece gritar", "Dia do Beto e da Beta".

 

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Ao encontro dos nossos oradores - Carlos Luís

documentado por encontrosdocumentais, em 24.01.19

Visita ao Museu do Fogo e Resina de Vila de Rei -  apresentação de Maleta Pedagógica

 

O projeto “O Museu vai à Escola” teve começo no início do ano de 2016 e incidiu no primeiro e segundo ciclo do Agrupamento de Escolas de Vila de Rei.

Foi levado até às crianças, uma mala de viagem com diversos objetos habitualmente presentes nos Museus Vilarregenses. Os alunos tiveram assim a oportunidade de se divertirem e de ficarem a conhecer as histórias partilhadas alusivas aos objetos em questão.

Esta iniciativa dos Museus Vilarregenses pretende promover e preservar o seu património ao mesmo tempo que sensibiliza as gerações mais jovens para a importância do mesmo e diversifica as metodologias dos serviços educativos.

IMG_6925.JPG

 

Nota biográfica

Licenciado em Antropologia com especialização em "Gestão de Património e Ação Cultural" pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas.

Desde 2017 coordena a Rede de Museus do Município de Vila de Rei, promovendo e cooperando em diversos projetos culturais e turísticos.

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Ao encontro dos nossos oradores - Daniel Gomes

documentado por encontrosdocumentais, em 22.01.19

Título: “Arquivo.pt: uma nova ferramenta para pesquisar o passado”

A Web tornou-se uma fonte de informação imprescindível. Porém, a informação publicada rapidamente se torna inacessível.

O Arquivo.pt preserva informação publicada na Web e permite pesquisar e aceder a conteúdos arquivados desde 1996.

Esta sessão apresentará o Arquivo.pt por forma a que qualquer pessoa possa tirar partido deste serviço público para fins profissionais e pessoais.

 

Nota biográfica

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Daniel Gomes iniciou e lidera o serviço Arquivo.pt na FCT-FCCN. É investigador na área de sistemas de informação baseados na Web desde 2001.

Os seus principais interesses são preservação digital, gestão de equipas, usabilidade, desenvolvimento e controlo de qualidade de sistemas de informação.

Na sua tese de doutoramento dissertou acerca do impacto das características da informação publicada na web sobre o desenho de sistemas de larga escala que permitem o seu processamento.

 

 

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Ao encontro dos nossos oradores - João Paulo Proença

documentado por encontrosdocumentais, em 16.01.19

Titulo: Projeto Europeu READ ON: Estratégias de promoção da leitura para jovens entre os 11 e 19 anos

O projeto READ ON é um projeto Europeu, financiado pelo programa Creative Europe, que decorre entre 2017 e 2021 e no qual participaram 7 parceiros, provenientes de 6 países europeus: Noruega com uma escola secundária e um festival de literatura, Reunido Unido com o festival de literatura de Birmingham, Irlanda, com o Festival de literatura de Cork, Itália, com o festival de literatura de Mantova, Catalunha, com o festival de literatura de Barcelona e Portugal, com o Agrupamento de Escolas Carlos Gargaté, da Charneca de Caparica. O objetivo deste projeto é promover o gosto pela leitura nos pré adolescentes e jovens través de um conjunto de atividades direcionadas: Levar os alunos a ler mais, escrita criativa, banda desenhada, passaportes, antologias, …

Ao longo da nossa comunicação, daremos conta dos objetivos do projeto e das suas atividades, do que já foi realizado, resultados e impacto deste projeto em Portugal e ainda sobre a forma como os jovens e escolas nele poderão participar.

Nota biográfica

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Nota biográfica

Mestre em Gestão da Informação e Bibliotecas Escolares com a dissertação: “Biblioteca Escolar e  Web 2.0 – Questões em torno de algumas práticas em implementação e perceção do impacto no trabalho da Biblioteca” pala Universidade Aberta acessível em: https://repositorioaberto.uab.pt/handle/10400.2/1223

Licenciatura em ensino da Disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica pela Universidade Católica de Lisboa

Coordenador Interconcelhio para as Bibliotecas Escolares para os concelhos de Almada e Seixal

Formador na área das Bibliotecas Escolares, TIC e inovação educacional

Membro dos órgãos sociais da BAD – Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas

Coordenador de vários projetos Europeus desde 2001 (programas Comenius, Erasmus+ e Creative Europe) nomeadamente o projeto READ ON

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Ao encontro dos nossos oradores - José Silva e Eugénia Baltazar

documentado por encontrosdocumentais, em 14.01.19

Titulo: LU.GAR Territórios Culturais

LU.GAR propõe mapear territórios culturais em contextos urbanos. Sobre esse mapa queremos inscrever novas narrativas que reinterpretem as memórias do lugar e criem novas vivências utilizando discursos e percursos artísticos. Enquanto projeto experimental, exemplificativo e replicável escolhemos a malha urbana de Alenquer para iniciar este programa com atividades de formação e criação que estimulam a participação e qualificação da comunidade e do público, contribuindo para corrigir assimetrias de acesso à produção e fruição cultural.

As disciplinas artísticas envolvidas cruzam-se criando eventos envolventes e com vários níveis de leitura: teatro - formação e performances baseadas na narração oral; artes visuais - formação e instalações ao ar livre baseadas no reconhecimento do lugar pelo desenho e pintura; novos media: em instalações ao ar livre, numa galeria-museu e com a presença interativa na web.

LU.GAR pretende construir uma relação inclusiva com a comunidade. Várias ações são desenhadas com a colaboração ativa da população residente enquanto outras são implementadas em locais marcantes da memória coletiva, incentivando o diálogo e fruição públicos.

A utilização de múltiplas expressões e leituras artísticas criadas a partir das memórias e nos lugares da Vila, tem como objetivo (para além da inclusão social) valorizar e promover práticas de reflexão e relação entre disciplinas artísticas com os públicos, criadores, programadores e investigadores.

 

Notas biográficas:

José Barbieri Silva, desde 2008 diretor da cooperativa Memória Imaterial, ONG consultora do Comité intergovernamental da UNESCO para a salvaguarda do Património Cultural Imaterial. Colaborador do IELT, Instituto de Estudos de Literatura e Tradição (FCSH-UNL).
Criador e produtor de performances multidisciplinares desde 1993 (Arte Pública, Beja e Memória Imaterial). Diretor de cenografia em ópera (Teatro Nacional de S. Carlos) e dança (Companhia Nacional de Bailado) (1985-1989); Curso superior de Teatro e Cinema pela ESTC/Lisboa (1981 – 1985). Realizador de documentários vídeo sobre a memória e a cultura popular (1993-...).

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Eugénia Maria Neves Ferreira Baltazar, apaixonada desde a primeira infância pelos livros e pelas leituras, desempenhou funções em bibliotecas escolares durante 23 anos. Licenciada em Ciências da Informação e Documentação transitou, em 2015, para a Biblioteca Municipal de Alenquer onde ficou a coordenar o setor infantil e juvenil. Em fevereiro de 2018 foi designada diretora desta biblioteca municipal. É formadora e formadora em regime não presencial tendo sido formadora no curso "Utilizadores e serviços em bibliotecas escolares", ministrado em regime de b-learning. Tem participado em diversos eventos relacionados com a Universidade Aberta integrando a lista da Alumni – Antigos Alunos da Universidade Aberta.

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Encontros Documentais: inscrições abertas para a edição de 2019

documentado por encontrosdocumentais, em 09.01.19

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A edição de 2019 dos Encontros Documentais, este ano subordinada ao tema “Bibliotecas, Arquivos e Museus na Educação”, vai-se desenrolar numa única sessão, a ter lugar no dia 13 de fevereiro, nas instalações da Biblioteca Municipal José Cardoso Pires.

A iniciativa vai voltar a contar com um painel de diversos nomes reconhecidos da área, que irão abordar e debater importantes assuntos da relação entre os serviços de Biblioteca, Arquivo, Museus e os cidadãos.

A edição de 2019 dos Encontros Documentais vai contar com a presença de José Barbieri Silva (Cooperativa Memória Imaterial) e Eugénia Baltazar (Biblioteca Municipal de Alenquer) com o tema “LU.GAR – Territórios Culturais”, João Paulo Proença (Projeto READ ON e Bibliotecas Escolares dos concelhos de Almada e Seixal) com o tema “READ ON: Estratégias de promoção da leitura para jovens entre os 11 e os 19 anos”, Daniel Gomes (Fundação para a Ciência e Tecnologia – Unidade FCCN) a apresentar a temática “Arquivo.pt: uma nova ferramenta para pesquisar o passado” e a Oficina “Como publicar informação web por forma a que seja preservada”, Carlos Luís (Município de Vila de Rei) em “Visita ao Museu do Fogo e da Resina – Apresentação de Maleta Pedagógica”, Luís Batista (Agrupamento de Escolas de Vila de Rei) com o tema “As potencialidades multimédia de um smartphone” e de Ricardo Basílio (Projeto ROSSIO - Fundação para a Ciência e Tecnologia – Unidade FCCN) em “Como publicar informação web por forma a que seja preservada”.

Todos os interessados em participar deverão efetuar a sua inscrição no separador ‘Cultura’ em http://servicosonline.cm-viladerei.pt/servicosonline/ (consulte todas as condições de acesso antes do ato de inscrição) até ao dia 4 de fevereiro.

Para certificação enquanto Ação de Curta Duração – professores, os interessados deverão inscrever-se através do link https://goo.gl/forms/lTjoXx1YjuRVoSBn1.

Mais informações: http://encontrosdocumentais.blogs.sapo.pt/https://www.facebook.com/Encontros-Documentais-Vila-de-Rei-1612195668862034/ ou com a Biblioteca Municipal José Cardoso Pires através do telef. 274 890 000 ou do endereço de correio eletrónico biblioteca@cm-viladerei.pt.

O programa da iniciativa está disponível na hiperligação que se segue:

Programa

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“Encontros Documentais” de regresso em 2019

documentado por encontrosdocumentais, em 13.12.18

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A Rede Concelhia de Bibliotecas de Vila de Rei (Biblioteca Municipal José Cardoso Pires, Biblioteca Escolar do AE de Vila de Rei, Arquivo  e Museus Municipais Vila de Rei), da Rede Nacional de Bibliotecas Escolares, com a colaboração do CFAE Alto Tejo encontra-se já a preparar a próxima edição dos Encontros Documentais 2019.

Estarão em debate como é usual, temas pertinentes e atuais das três áreas afins: Arquivos, Museus e Bibliotecas com o foco na sua relação com a  Educação.

Em 2019 os trabalhos serão concentrados num só dia - 13 de fevereiro e serão certificados como Ação de Curta Duração para docentes (6h00).

Atempadamente será divulgado o programa da respetiva sessão, bem como os meios pelos quais os interessados se poderão inscrever.

Os “Encontros Documentais” voltam assim a tratar e debater temas pertinentes e atuais que dizem respeito a estas três áreas, convidando técnicos e especialistas.

 

 

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Ao Encontro dos nossos oradores - B07 - José António Saro

documentado por encontrosdocumentais, em 28.03.18

Experiências com letras no Newton gostava de ler

 A biblioteca (escolar e municipal) evoluiu, modernizou-se e tem-se metamorfoseado, em crescendo, num relevante e ativo campo para a construção de ações autónomas de demanda do conhecimento. O dilema humanidades ou ciências não nos é estranho, pois tem raízes sociais e culturais profundas. Sendo a literatura tradicionalmente associada, quase em exclusividade, à leitura, devem os dinamizadores deste espaço educativo e formativo ousar fazendo conviver "letras e números" com regularidade, atratividade e envolvimento de muitas áreas do saber na concretização de experiências com letras. Se argumentos fossem imprescindíveis a esta conceção, segundo a qual o conhecimento decorre de uma entrelaçada cadeia de saberes e contextos, que não exclui, mas integra, poderíamos referir, evitando os exemplos clássicos, nomes como Machado de Assis, Jorge Luís Borges e Manuel Damásio. Do último, ressaltamos a ideia, exposta na Conferência Mundial de Educação Artística (UNESCO-2006), segundo a qual ciência e a matemática são muito importantes, mas a arte e as humanidades são imprescindíveis à imaginação e intuição, que estão na origem da evolução humana, possível pelo compromisso entre «a moral, a religião, a organização social e política, as artes, as ciências e a tecnologia.»

A clareza desta simbiose concetual, com referente à 2ª metade do Século XIX, por E. Mach, com a obra Popular scientific lectures, foi fortalecendo a defesa de que a ciência deve estar em todos os curricula. Este movimento veio a culminar com o projeto da American Association for the Advancement of Science, designado «Ciência para Todos […]», segundo o qual a literacia científica permite ao cidadão entender e confirmar conceitos científicos que melhoram a abordagem de questões individuais e sociais.

A proposta que vos apresento tem por princípio o conceito: a biblioteca (escolar e municipal) é o centro da aprendizagem para todas as áreas e, certamente com recursos diferenciados para cada uma delas, pode constituir-se como lugar de criatividade e saber interagindo com novas práticas pedagógicas e abordagens a novos conhecimentos.

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Notas biográficas

Natural de Coimbra, Licenciado na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, onde concluiu o Mestrado em Línguas e Literaturas Clássicas "Viagens e Expansão Ultramarina no séc. XVI ", tem-se dedicado ultimamente às Ciências da Informação e Comunicação, nomeadamente à Biblioteconomia, área onde concluiu, em 2009, o Doutoramento na Facultad de Traducción y Documentación da Universidade de Salamanca com a Tese A Biblioteca Escolar em Portugal.

A incursão por este ramo do saber ficou a dever-se, por um lado, ao seu envolvimento como responsável da Biblioteca Escolar, por outro, às funções que atualmente desempenha na Rede de Bibliotecas Escolares como Coordenador Interconcelhio.

Desde 2009/2010 tem desempenhado funções docentes em diversas universidades na área: Literacias do Conhecimento; Informação, Comunicação e Educação; Promoção da leitura e Bibliotecas Escolares. Decorrido disso e também por convite tem estado presente em vários júris de mestrado nas instituições referidas e noutras para onde foi convidado para o efeito.

Decorrente do envolvimento em projetos em que o foco é a relação entre a literatura e a ciência, como o Newton Gostava de Ler e o Histórias com Ciência na Biblioteca Escolar, tem participado em encontros de comunicação de ciência.

Como formador e entre as diversas ações que promoveu e dinamizou, salientam-se a participação no FOLIO LITERÁRIO 2016 e 2017 na co-dinamização do Laboratório de Ideias e no Seminário Internacional.

 

 

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Ao Encontro dos nossos oradores - B06 - Bru Junça

documentado por encontrosdocumentais, em 28.03.18

LER a contar(-ME)

Quais são os alicerces que me sustentam como mediadora de leitura?

Onde é que, em mim, moram os LIVROS? O Conto? Os Cantos?

A LEITURA é um caminho por mim? É um caminho para o outro? Ou é uma estrada que se constrói em conjunto?

Que histórias me cabem no corpo e na voz? Que livros/contos são indissociáveis do meu “eu”?

Uma sessão onde proponho que, através do meu percurso literário, como educadora, mediadora de leitura, interveniente social, mulher e todas as linguagens que cabem dentro de um ser humano, o “outro” faça dentro de si próprio uma reflexão para ENCONTRAR a PALAVRA. A sua Palavra. Tudo o que partilho e a forma como partilho está ligada à MEMÓRIA de tudo aquilo que vivi, de como fui lendo o mundo e me fui escrevendo nele.

Qual o por quê de contar histórias? Quais são os livros? Quais são os contos? Como mediá-los? Em que lugar (me) fazem sentido?

Todas estas perguntas estão trançadas num fio contínuo, no qual, por vezes, encontrei nós de AFECTO que me entrelaçaram e alguns nós que tive que desatar e vou desatando. Por vezes, um novelo emaranhado até encontrar o fio à meada. Uma linha sempre a fiar. Um tecido que se tece, no TEMPO e com o TEMPO.

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Nota biográfica

Bru Junça nasceu em Évora onde se licenciou em Educação de Infância pela Universidade de Évora. Na escola, onde leccionou, como educadora, directora pedagógica e responsável pela biblioteca escolar levou a cabo diversos projectos de promoção da leitura. Concebeu um projecto educativo pioneiro que visava a educação pela leitura – Crescer a Ler. Em 2010 ingressou na Universidade Católica de Lisboa na Pós-Graduação em Livro Infantil e a partir de 2012 dedica-se exclusivamente à mediação leitora, trabalhando em vários locais de Portugal e tendo algumas incursões pelo estrangeiro. Em Évora, mantem um trabalho de continuidade com um grupo de crianças com necessidades educativas especiais e dois grupos de bebés numa faixa etária compreendida entre 0-3 anos de idade. Desenvolve sessões de formação para professores, mediadores de leitura, bibliotecários e acções de sensibilização para pais/famílias. Em paralelo criou a marca Conto por Ponto, livros de pano baseados no cancioneiro tradicional português.

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