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Ana Alcoforado


Historiadora | Diretora de Museu
Estudou História na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e foi conservadora responsável pelas coleções de Escultura e Mobiliário, do Museu Nacional de Machado de Castro. Especializou-se em Gestão da Administração Pública e é autora de diversas publicações relativas às coleções do Museu e outras publicações especializadas, incluindo a obra Frei Cipriano da Cruz em Coimbra (Coimbra, 2003) da qual é co-autora. Participou, como investigadora e/ou comissária, na produção de diversas exposições, na conceção de guiões e de catálogos e outro material de divulgação. Realizou ações de formação e comunicações, no âmbito da História da Arte (arquitetura e escultura) da Museologia e da Gestão do Património.
Atualmente é diretora do Museu Nacional de Machado de Castro. A sua direção no Museu tem-se pautado, entre outros, pela promoção e desenvolvimento de projetos de inclusão, física, intelectual e social. O projeto “Avós do Museu” é exemplo dessas preocupações sociais e culturais.

 

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Luísa Sequeira

 

Pedagoga | Presidente da Região Centro – Litoral da Associação Nacional de Professores

Iniciou a sua formação enquanto Educadora de Infância. No entanto, a sua curiosidade pelo aprofundamento de questões ligadas à área da Pedagogia e da Educação, viriam a servir de entusiasmo para ingressar na Licenciatura em Ciências da Educação na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra. Muitas foram as oportunidades que foram surgindo que lhe permitiram enormes investimentos na área da formação de Educadores e Professores quer no país, quer no estrangeiro. Colaborou incessantemente em projetos de animação que envolveram crianças, jovens e adultos e foi como contadora de histórias que conquistou também enorme notoriedade.

O Museu Machado de Castro, tem sido, aliás, uma das suas “moradias de luxo” de tempo livre e com o qual tem colaborado em diversas iniciativas, sendo já uma amiga inseparável do referido Museu. Neste momento, encontra-se a dar um pequeno contributo no Projeto “OS Avós do Museu”, Projeto esse que lhe tem permitido contactos ainda mais próximos com tão relevante espaço de arte e cultura.

 

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Virgínia Gomes


Conservadora de Museu | Coordenadora de projetos de inclusão
Licenciada em História, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa acrescida das disciplinas curriculares do curso de História – variante em História da Arte, pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Frequenta o 2º ano do curso de mestrado em Educação Especial, pela ESECS do Instituto Politécnico de Leiria. É conservadora das coleções de Pintura, Desenho e Gravura do Museu Nacional de Machado de Castro.
Tem publicado vários artigos e estudos, entre os quais se destacam o Catálogo de Pintura – Coleção Telo de Morais I, de 2009 (Prémio APOM), e a coordenação e artigos nos Cadernos de Conservação e Restauro, 8 – Tríptico de Santa Clara (aavv, 2011). Da sua experiência profissional destaca-se especialmente a conceção, projeção orçamental, elaboração de guiões e coordenação da montagem de diversos projetos expositivos, e das respetivas equipas, tendo como paradigma a exposição Sol do Pintor – olhares transversais, em 2007, tem ainda promovido numerosas atividades de teor artístico, educativo e científico.
Acumula as funções de Conservadora com a coordenação de projetos de inclusão, dos quais se destaca, desde 2011, o EU no musEU, para públicos com demência e seus cuidadores informais, que foi distinguido com a Menção Honrosa da Acesso Cultura, PAC 2015.

 

Resumo

- Diálogos intergeracionais e práticas gerontológicas em contexto museológico: o programa inclusivo do MNMC

 

1 – Diálogos Intergeracionais – os Avós do Museu, do MNMC


Os Avós do Museu é um projeto que sustenta o diálogo intergeracional na programação do MNMC. Reunindo avós e netos numa visita ao espaço museológico, pretende-se fomentar o envelhecimento ativo e saudável, bem como impulsionar a criação de um lugar de aprendizagem pela partilha de afetos, sensações e vivências entre gerações, através da obra de arte. É o culminar de várias iniciativas que o MNMC vinha produzindo, nomeadamente A voz dos Avós, momento de leitura ou narrativa de contos, no âmbito dos Dias Internacionais dos Museus.
Iniciado a 29 de Setembro de 2015, no âmbito das Comemorações do Dia Internacional do Idoso (dia 1 de Outubro) em parceria com o consórcio Ageing@coimbra e a CCRDC (Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro), o projeto Avós do Museu conta com um grupo de voluntários Avós que reinterpretam as obras e espaços do Museu a netos que, em grupo escolar ou por iniciativa da família os queiram ouvir e fruir.


2 – O Idoso e o contributo do Museu para dinamizar memória(s) e enraizar presente(s): O EU no musEU, do MNMC


Associado ao envelhecimento crescente da população mundial, verifica-se um aumento de perturbações Neurocognitivas, tendo notícia de cerca de 9 milhões de cidadãos europeus diagnosticados com uma das várias formas de demência, existindo no nosso país 182,526 diagnósticos.
Consciente destes números alarmantes e de que a inclusão de todos só é possível respeitando as diferenças de cada um, o MNMC desenvolveu o projeto EU no musEU. Criado com o intuito de contribuir para a potenciação da qualidade de vida de indivíduos com perturbações Neurocognitivas com espectro de alteração que varia desde o défice cognitivo ligeiro, com manutenção da autonomia funcional, até à demência moderada, tem por base uma abordagem não-farmacológica, mediante a fruição e (re) interpretação de obras de arte. Com início em 2011, resulta de um protocolo de colaboração entre o Museu Nacional de Machado de Castro e a ALZHEIMER PORTUGAL – Delegação do Centro.

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Ao encontro dos nossos oradores 0.6 - Ana Paula Assunção - Acesso Cultura

documentado por encontrosdocumentais, em 17.02.16

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Ana Paula Assunção

Membro da Acesso Cultura.
Doutoranda da Universidade de Lisboa, Doutoramento em Turismo.
Investigadora do CLEPUL-Centro de Investigação da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Mestre em História Regional e Local, FLL.
Historiadora e Museóloga. 
Conservadora Assessora principal /Técnica Superior de carreira profissional.
Autora de programas museológicos, reformulações de programas, criação de serviços inovadores. Comissária de exposições de vária índole com museografia de inclusão e género. Distinção com prémios nacionais e internacionais.
Conceção científica do Centro UNESCO A casa da terra, distinguida como boa prática de Inclusão de população imigrante em Loures, 2012.
Voluntariado na Igreja Matriz de Bucelas, inventário, estudo e divulgação do património Histórico-artístico. Projeto distinguido pela APOM,2012.
Vasta obra publicada em seminários nacionais e internacionais em áreas cientificas como Cerâmica/Fábrica de Loiça de Sacavém e Oliveira Rocha em Oliveira do Bairro; Saúde Pública, Assistência Social , Património Cultural Imaterial, Património Religioso e Militar, Turismo e cemitérios em Loures.
Várias distinções de Mérito Cultural.

Resumo

Encontros Documentais uma reflexão em torno das acessibilidades

Refletir sobre Acessibilidades

Em Junho de 2013 o GAM (2003) – Grupo para a Acessibilidade nos Museus - grupo informal de técnicos e profissionais de museus, mas com trabalho valorizado e respeitado no meio em que se inseriu, deu lugar à Acesso Cultura, Associação Cultural. Um trabalho fundamental do GAM foi a realização do primeiro estudo em Portugal sobre Museus e Público Sénior.
O facto de ser portador de uma visão ampla e humanista sobre a cultura e seus usufruidores investiu a Acesso Cultura de uma responsabilidade que tem vindo a ser premiada com reconhecimento a nível nacional e internacional.
A matéria da inclusão no sentido mais amplo do temo, assume hoje uma extraordinária atualidade porquanto a questão da longevidade, da maior participação e vontade de conhecer, interagir, experimentar, conhecer, viajar, vai exigir uma maior atenção a todos/ a todas quantos/as trabalham no campo cultural e turístico. A diversidade de públicos aumentou.
Neste contexto abordar acessibilidades é focar a atenção nos processos que conduzam a uma maior satisfação dos públicos e melhores serviços públicos.

 

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Carlos Paulo Cuiça

Nasceu e vive em Lisboa.
Habilitações Literárias: Frequência do Curso de Animação Sociocultural no Instituto Piaget; Licenciatura em História pela Universidade “Luis de Camões” – UAL, frequentando o mestrado em História de Arte e Património; Formador certificado pelo IEFP; Frequência de vários cursos de animação pedagógica: Criação de Materiais Pedagógicos, Gestão de Grupos de Animação, Gestão da Produção de Espectáculos, Escrita Criativa; Curso de Introdução à Pedagogia e Curso de Aprofundamento Pedagógico no Corpo Nacional de Escutas;
Experiência Profissional: Assessoria e produção de eventos nas áreas históricas da cidade, na Direcção Municipal de Reabilitação Urbana de Lisboa da Câmara Municipal; Criação de jogos e materiais pedagógicos para a sensibilização na área dos resíduos e ambiente urbano da CML; Assessoria de comunicação na Equipa do Plano de Acessibilidade Pedonal da CML; Professor/formador do curso de Eventos da ETIC e EPI; Formador e responsável pela área pedagógica do Corpo Nacional de Escutas - Região de Lisboa; Técnico do serviço educativo do Museu de Lisboa, desde Novembro de 2015 com funções de coordenação.

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Ana Paula Antunes

Nasceu e vive em Lisboa.
Habilitações Literárias: Curso de Terapêutica Ocupacional, da Escola Superior de Saúde do Alcoitão (1983); Licenciatura em História, da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (1990); Mestrado em Comunicação Educacional Multimédia, da Universidade Aberta (1997); Mestrado em História Medieval, da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, da Universidade Nova de Lisboa (2012).
Experiência Profissional: terapeuta ocupacional durante 9 anos, com jovens portadores de Trissomia 21, na APPACDM; tecnóloga educativa durante 20 anos, na Universidade Aberta; técnica superior de História, da Câmara Municipal de Lisboa. Desde 2014, faz parte do Serviço Educativo, do Museu de Lisboa.

 

Resumo

Diálogos intergeracionais no Museu de Lisboa

Uma abordagem ao planeamento de atividades entre gerações no Museu de Lisboa.
Vamos abordar o planeamento de visitas para as famílias onde são utilizadas vários formas de comunicação, de diálogo e de atividade.
Ainda abordar a adaptação de conteúdos para o público sénior, a partir das atividade para o público jovem.

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Ricardo Pereira Triães

É licenciado em Conservação e Restauro (2001) pelo Instituto Politécnico de Tomar e mestre em Minerais e Rochas Industriais (2004) pela Universidade de Aveiro.
É doutorando em Geociências na Universidade de Aveiro e foi bolseiro da Fundação para a Ciência e a Tecnologia.
É docente da Unidade Departamental de Arqueologia, Conservação e Restauro e Património do Instituto Politécnico de Tomar desde 2004. É diretor do Curso Técnico Superior Profissional de Produção Artística para a Conservação e Restauro e para além deste, colabora na licenciatura e mestrado em conservação e restauro do IPT.
Tem desenvolvido trabalhos na área da conservação e restauro de materiais e estruturas arqueológicas, azulejo e na área da produção artística em cerâmica.

 

Resumo

A tecnologia artística como meio de divulgação e preservação do património cultural

 

O processo de produção de muitas manifestações artísticas do nosso património cultural tem sofrido alterações, quer ao nível dos processos, ferramentas e até dos materiais. Em muitos casos algumas dessas técnicas deixaram de ser produzidas em detrimento de outras, por serem mais modernas, por uma questão de gosto, pelo tipo de materiais e técnicas empregues, por questões económicas, entre outras. O estudo destas obras, descobrindo os temas, as suas técnicas, materiais usados, modos de produção e o confronto com as necessidades de preservação, tem revelado alguns aspetos nem sempre descritos nos documentos da época.
A par de outras áreas, como a arqueologia ou a história da arte, a conservação e restauro tem tido um papel determinante para um melhor conhecimento deste património e para a sua preservação e divulgação ao público. As técnicas de produção artística aplicadas à conservação e restauro e à produção artística contemporânea são uma forma de preservar não só o património, como as técnicas e os materiais tradicionais.
O Instituto Politécnico de Tomar, nomeadamente através dos cursos de Licenciatura e Mestrado em conservação e restauro, e mais recentemente o Curso Técnico Superior Profissional (TeSP) em Produção artística para a conservação e restauro, vêm desta forma reforçar um dos seus eixos de ação, o Património Cultural.
Os trabalhos desenvolvidos neste âmbito, nomeadamente das técnicas de produção artística, têm envolvido nos últimos anos diversos públicos, naturalmente os jovens que frequentam a Licenciatura e Mestrado, mas também as crianças desde o 1º ciclo ao ensino secundário, tendo como ponto comum a experimentação de algumas destas técnicas.
No âmbito do TeSP em Produção artística para a conservação e restauro, atualmente a funcionar no Sardoal, tem mostrado que o desejo pelo conhecimento destas técnicas é transversal, desde os jovens que terminam o secundário, até pessoas com a sua formação secundária incompleta, licenciados em várias áreas e até pessoas reformadas das suas atividades profissionais.
Pretende-se que o conjunto de ações que temos desenvolvido possam ser uma forma de enfrentar alguns desafios que se colocam nos dias de hoje, aproximar as gerações e simultaneamente preencher esse tempo com “novos conteúdos” artísticos e tecnológicos e que são o nosso lastro cultural e identitário.

 

Realização de Workshop de cerâmica.

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Nuno Prates

 

Nasceu em Alpiarça, é Conservador da Casa dos Patudos – Museu de Alpiarça desde 2011, Licenciado em História (Variante de Arqueologia) pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, frequentou ainda a Licenciatura em História da Arte, na mesma Universidade.
Na Universidade de Évora obtém Estudos Pós Graduados em Museologia.
Na Universidade Aberta, Lisboa obtém o Curso – Inventário do Património Cultural Imaterial.
É ainda formador na área e domínio da Didáctica da História, pela Universidade do Minho.
Mestrando em Gestão e Valorização do Património Cultural – especialidade Património Artístico e História da Arte
Professor de História, Investigador em História Local e Regional e Museólogo.
Tem colaborado em algumas publicações no âmbito da sua área académica e profissiosional.

 

Resumo

Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça: dinâmicas de um espaço para todos

A Casa dos Patudos vive essencialmente das suas coleções artísticas, com incidência na arte portuguesa e nasceu por vontade de José Relvas, que manifestou, várias vezes, a necessidade de mostrar o que se fazia de melhor ao nível das Belas Artes e Artes Decorativas.
Assim, encomendou ao Arquiteto Raul Lino, um projeto que contemplasse espaços dignos para apreciar a coleção e, ao mesmo tempo, fosse residência familiar.
A Casa dos Patudos foi propriedade de José Relvas, que a legou ao Município de Alpiarça com todo o seu acervo artístico. A coleção tem peças de variadas épocas e tipologias, desde o Séc. XV até aos inícios do Séc. XX. A Casa dos Patudos, pode ser encarada em três vertentes museológicas: A Casa em si, de Raul Lino; a coleção eclética e a memória do seu fundador, José Relvas. Neste espaço podemos encontrar uma vasta coleção de obras de arte, composta por pintura, escultura e artes decorativas. Na pintura portuguesa destacam-se: Silva Porto, José Malhoa, Columbano Bordalo Pinheiro e Constantino Fernandes, além de notáveis artistas de escolas estrangeiras. Podem, ainda, ser apreciadas porcelanas de Sèvres e de Saxe, azulejaria, peças da Companhia das Índias, cerâmicas da Fábrica das Caldas da Rainha (Rafael Bordalo Pinheiro), Rato, Bica do Sapato e Vista Alegre e ainda bronzes de Chapu, de Mercié e de Frémiet.
Apresenta-se como um espaço para todos, palco do Diálogo Intergeracional, estabelece uma «intervenção global a todos os níveis» desde o Espaço Museológico, o Arquivo Histórico/Centro de Documentação e a dinamização do Serviço Educativo, podendo assim ser possível integrar novas investigações e desenvolver diversas áreas de trabalho, no âmbito da História e Património Cultural. São todas estas experiências que tornam a Casa dos Patudos.

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Maria Nélia Castelo

Nasceu em Raposa (Almeirim), é Coordenadora dos Serviços Educativos da Casa dos Patudos – Museu de Alpiarça desde 2015. Licenciada em Artes Plásticas e Novos Média, pela Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha, Instituto Politécnico de Leiria.
Mestre em Gestão e Valorização do Património Cultural – especialidade Património Artístico e História da Arte, pela Universidade de Évora, com o trabalho final Um Contributo para a Estruturação e criação do Serviço Educativo da Casa dos Patudos – Museu de Alpiarça, com vista à valorização do seu Património Histórico e Cultural.
Concluiu a formação A psicologia da arte – como lemos e apreciamos as obras de arte (Culturgest e Nextart).

Resumo

Serviços Educativos da Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça: Visita orientada Peças com História

O serviço educativo é uma forma de comunicar e tornar o museu mais aberto ao público, nomeadamente ao público infantil, juvenil e sénior. A Casa dos Patudos, devido ao edifício singular, ao seu patrono e grande coleção, constitui um grande recurso a explorar. Aqui desenvolvemos e asseguramos atividades lúdicas e educativas, no intuito de dinamizar a instituição e de criar condições para um conjunto de atividades que visem dinamizar o diálogo intergeracional.
Na Casa dos Patudos – Museu de Alpiarça algumas peças da coleção têm histórias para contar. Esta Visita Orientada dedica-se aos pormenores e curiosidades pouco abordados nas visitas normais.
É uma visita onde se explora mais a história associada a algumas peças da coleção, explicando por exemplo como foi a aquisição, quem foram os autores, quem está representado ou o que elas significam para José Relvas.

 

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Ao encontro dos nossos oradores 0.2 - Margarida Filipe - Museu da Água

documentado por encontrosdocumentais, em 11.02.16

 

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Margarida Filipe

Nasceu em Lisboa em 1973, casada, mãe de 2 filhos.

Mestre em Educação Artística pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa e licenciada em Relações Públicas e Publicidade pelo Instituto Superior de Novas Profissões ingressou em 1998 nos quadros da EPAL, S.A., no Gabinete de Imagem e Comunicação onde desempenhou várias funções no Departamento de Comunicação Externa. Desde 2001 assume funções no Museu da Água da EPAL com a responsabilidade de dinamização do Serviço Pedagógico Águas Livres dirigido à comunidade escolar. No âmbito destas funções realiza visitas guiadas, organiza o concurso anual para as escolas e promove diversos encontros e formações creditadas para o público docente.

A sua tese intitulada “Bem Público, Valor Público – A educação para os valores ambientais no Museu da Água da EPAL” foi agraciada com o Prémio Especial “Melhor obra original” na área do Ambiente, atribuído pela Sociedade Ponto Verde no âmbito da edição de 2012 dos Green Projects Awards, tendo obtido também uma menção honrosa nos Prémios APOM 2012 na categoria de “Melhor estudo de Museologia”. A sua tese encontra-se publicada pela Editora Principia.

Nos últimos anos tem sido convidada como oradora, a participar em encontros relacionados com a Educação ambiental, donde se destacam os seguintes:

  • Seminário sobre os Equipamentos de Educação Ambiental para a Sustentabilidade promovido pela APA-Agência Portuguesa do Ambiente (2011)
  • 1ª Jornadas Verdes de Pombal – Educação para o Desenvolvimento Sustentável – água, território e qualidade de vida – organizada pela Associação Nacional de Professores do Centro Litoral (2012)
  • Jornadas Educação para a Sustentabilidade – organizada pela Resitejo (2013)

Colaboradora do GAM – Grupo de Acessibilidades em Museus, agora Acesso Cultura.org desde 2003 tendo sido Coordenadora durante o período Abril – Novembro de 2008. Pertence igualmente ao grupo CECA/ICOM desde 2010

 

Resumo

“O Serviço Educativo do Museu da Água: experiências e desafios”

O Museu da Água ao longo dos anos tem sido palco de várias iniciativas para os mais variados tipos de público: escolas, público em geral, público sénior, famílias e mais recentemente, turistas nacionais e estrangeiros. Participou em projetos internacionais os quais deram a possibilidade de trabalhar em parceria com alguns museus europeus na temática da diversidade de públicos, nomeadamente com famílias de imigrantes e outras denominadas de Aprendizagem ao Longo da Vida.

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Os Encontros Documentais Museus  tem como primeiro orador o senhor Vice-Presidente da APOM - Associação Portuguesa de Museologia o Dr. Pedro Inácio.

 

Pedro Inácio

Vice- Presidente da APOM-Associação Portuguesa de Museologia, desde 2007, pertence aos quadro superior da EPAL; atualmente é coordenador do Arquivo Histórico da EPAL, desde Fevereiro de 2014; foi responsável pelo Museu da Água da EPAL, entre (1988-2000) e (2008 a 2013). Realizou várias conferências sobre museologia e património cultural em Portugal e no estrangeiro. É autor e coautor de vários livros ligados ao Património da Água e Natureza. O seu hobby é a  fotografia.

 

Resumo

Associação Portuguesa de Museologia

A Associação Portuguesa de Museologia, também conhecida como APOM, tem por principal finalidade agrupar os profissionais de museologia ou instituições equiparadas a museus segundo os critérios estabelecidos pelo ICOM, no seu Estatuto.

É também seu objetivo promover o conhecimento da Museologia e dos domínios científicos e técnicos que a informam, nomeadamente através de reuniões e visitas de estudo, conferências, exposições e publicações.

Finalmente é sua intenção realçar a importância do papel desempenhado pelos museus e pela profissão museológica em cada comunidade e entre povos e culturas.

 

 

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A caminho do segundo encontro de 2016

documentado por encontrosdocumentais, em 03.02.16

Depois do sucesso do primeiro encontro de 2016, a Biblioteca Municipal de Vila de Rei prepara-se já para receber, a 24 de Fevereiro, o segundo encontro de capacitação e debate “Encontros Documentais: Diálogos Intergeracionais”, com a temática de “Museus” como pano de fundo.

Esta segunda sessão terá início pelas 09h30, no auditório da Biblioteca Municipal José Cardoso Pires, e contará com a presença dos oradores Pedro Inácio, da Associação Portuguesa de Museologia, Margarida Filipe, dos Serviços Educativos do Museu da Água, Nuno Prates e Maria Nélia Castelo, da Casa dos Patudos – Museu de Alpiarça, Ana Paula Assunção, da Acesso Cultura, Ana Alcoforado, Luísa Sequeira e Virgínia Gomes, do Museu Nacional Machado de Castro, Ricardo Triães, do Instituto Politécnico de Tomar, e de Ana Paula Antunes e Carlos Paulo Cuiça, dos Serviços Educativos do Museu de Lisboa.

A iniciativa “Encontros Documentais”, organizada pela Rede de Bibliotecas de Vila de Rei, irá ainda prosseguir no dia 6 de abril, com a sessão alusiva ao tema “Bibliotecas”.

Todas as informações adicionais sobre os “Encontros Documentais” poderão ser obtidas em
http://encontrosdocumentais.blogs.sapo.pt
http://www.cm-viladerei.pt/index.php/pt/noticias/9-uncategorised/949-ficha-inscricao

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