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Ao Encontro dos nossos oradores - M07 - Carlos Luís

documentado por encontrosdocumentais, em 07.02.18

O projeto “O Museu vai à Escola” teve começo no início do ano de 2016 e incidiu no primeiro e segundo ciclo do Agrupamento de Escolas de Vila de Rei.

Foi levado até às crianças, uma mala de viagem com diversos objetos habitualmente presentes nos Museus Vilarregenses. Os alunos tiveram assim a oportunidade de se divertirem e de ficarem a conhecer as histórias partilhadas alusivas aos objetos em questão.

Esta iniciativa dos Museus Vilarregenses pretende promover e preservar o seu património ao mesmo tempo que sensibiliza as gerações mais jovens para a importância do mesmo e diversifica as metodologias dos serviços educativos.

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Nota biográfica

Licenciado em Antropologia com especialização em "Gestão de Património e Ação Cultural" pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas.

Desde 2017 coordena a Rede de Museus do Município de Vila de Rei, promovendo e cooperando em diversos projetos culturais e turísticos.

 

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Programa Final Atualizado - Museus

documentado por encontrosdocumentais, em 07.02.18

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Todos os interessados em participar na iniciativa deverão realizar a sua inscrição em http://servicosonline.cm-viladerei.pt/servicosonline/ no separador "cultura" (consulte todas as condições de acesso antes do ato da inscrição). 

Para mais informações sobre as inscrições ou programação das sessões, os interessados poderão consultar o blog http://encontrosdocumentais.blogs.sapo.pt/ ou entrar em contacto com a Biblioteca Municipal José Cardoso Pires através do número 274 890 000 ou dos endereços de correio eletrónico biblioteca@cm-viladerei.pt e museus@cm-viladerei.pt.

 

Para certificação como Ação de Curta Duração (6h)- Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, de Educação Especial e Professores Bibliotecários , deve manifestar esse interesse, inscrevendo-se neste formulário: 
https://goo.gl/forms/FyOB83zHAVoteNj93 


Data limite para inscrições: 
Museus: 12 de fevereiro 

 

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Ao Encontro dos nossos oradores - M04 - Aires Montenegro

documentado por encontrosdocumentais, em 06.02.18

Conhecer a Nyckelharpa

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Aires Montenegro nasceu em 1948, em S. Martinho das Chãs, concelho de Armamar, distrito de Viseu. Reside em Gandra, Paredes.

Licenciou-se em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Foi Professor de Filosofia no Ensino Secundário até 2009, ano em que se aposentou.

O seu interesse pela música levou-o a frequentar o Conservatório de Música do Porto, tendo estudado Piano, Flauta Transversal e Violoncelo. Foi no âmbito dos seus estudos de Violoncelo que descobriu a NYCKELHARPA, um instrumento tradicional sueco de características sonoras ímpares.  Desenvolve actualmente um projecto de divulgação deste instrumento ao nível da música tradicional e da música antiga. Neste contexto, tem participado todos os anos nos International Days of the Nyckelharpa, que decorrem no início de Outubro em Burg Fürsteneck, Alemanha. Em Portugal, além de integrar um Grupo de Música Tradicional Portuguesa da Universidade Sénior de Valongo, organizou o I Encontro Nacional de Nyckelharpa, em 2016, e um grande concerto no Norte, com a artista internacional Sue Ferrers acompanhada à guitarra por Steffen Huther, no dia 13 de Janeiro, em Gandra Paredes. Tem-se apresentado em Escolas, interagindo sobretudo com crianças,narrando histórias em que os personagens são melodias tocadas em nyckelharpa.

No campo da literatura, estreia-se em 2004 com o livro de poesia ‘Sagrado Letes’. Seguem-se os livros ‘A Última Emboscada’ (contos sobre a guerra cdolonial), ‘Último Nocturno’ (romance), ‘Oferenda Oriental’ (poesia), ‘Diria o Maestro’ (romance) e ‘Tristeza Solene’. É este o seu mais recente romance, editado em Setembro de 2017, pela Idioteque.

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Ao Encontro dos nossos oradores - M03 - Maria Vlachou

documentado por encontrosdocumentais, em 06.02.18

Barreiras intelectuais no acesso ao conhecimento do Património

A grande maioria das pessoas que frequentam os nossos espaços não são especialistas nas matérias com as quais lidamos. No entanto, visitam com curiosidade e interesse em aprender mais sobre um património que é de todos. Quais as barreiras no acesso a este conhecimento e de que forma poderemos ultrapassá-las?

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Consultora em Gestão e Comunicação Cultural. Membro fundador e Directora Executiva da associação Acesso Cultura. Autora do blog Musing on Culture (e do livro homónimo), onde escreve sobre cultura, gestão e comunicação cultural, públicos, acesso. Gestora da página de Facebook Museum texts / Textos em Museus e co-gestora do blog Museums and Migration. Foi Directora de Comunicação do São Luiz Teatro Municipal (2006-2012) e Responsável de Comunicação do Pavilhão do Conhecimento – Ciência Viva (2001-2006). Membro dos corpos gerentes do ICOM Portugal (2005-2014) e editora do seu boletim. Foi consultora do Museu Arpad Szenes – Vieira da Silva e da Comissão Cultural da Marinha. Colaborou com os programas Descobrir e Próximo Futuro da Fundação Calouste Gulbenkian. Estagiou no Petrie Museum of Egyptian Archaeology e no Natural History Museum (Londres). Fellow e membro do ISPA – International Society for the Performing Arts (2018). Alumna do DeVos Institute of Arts Management at the Kennedy Center for the Performing Arts (Washington, 2011-2013); Mestre em Museologia pela University College London (1994); Licenciada em História e Arqueologia (Universidade de Ioannina, 1992).

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Álbum de Família

O Projeto «Álbum de Família», desenvolvido pela Biblioteca, Arquivo e Museu, tem como objetivos divulgar e enriquecer a coleção de imagens antigas do município e compilar informação sobre as mesmas a partir da recolha de fontes orais, bem como promover a identidade coletiva local e a coesão social deste território. São dinamizados encontros com a comunidade, nas diferentes freguesias do concelho, onde através da projeção de imagens antigas - do Arquivo ou cedidas por particulares - são registadas as suas memórias, recriando os momentos passados entre gerações a folhear álbuns de fotografias: a evocar recordações, a relatar acontecimentos, a reconhecer os intervenientes.

O município, já antes com Projetos neste âmbito como as «Conversas de Poial» ou o «Uma Imagem, Mil Memórias», tem no «Álbum de Família» a colaboração entre a Biblioteca, o Arquivo e o Museu (tendo, no caso da freguesia de Palmela, incluído também o Gabinete de Recuperação do Centro Histórico) numa aproximação à comunidade mobilizando todos para um objetivo comum: a fixação das memórias, o arquivo dos testemunhos e o entrelaçar das histórias individuais na história coletiva.

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Licenciatura em História pela FLUL; Pós Graduação em Ciências Documentais pela UAL ; Curso de Especialização para Técnicos Editoriais pela FLUL.

Desde 2003 é responsável pelo Centro de Documentação da Câmara Municipal de Palmela.

 

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Licenciatura em História pela UAL; Pós Graduação em Ciências Documentais – Arquivo pela FLUL; Mestrado em Arquivos, Bibliotecas e Ciências da Informação pela UÉvora.

Desde 2015 coordena o Arquivo Municipal.

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Licenciatura em Antropologia e Mestrado em Patrimónios e Identidades pelo ISCTE; Pós Graduação em Património Cultural Imaterial pela Universidade Lusófona.

Trabalha no Museu Municipal de Palmela promovendo e colaborando em diversos projetos de investigação.

 

 

 

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Ao Encontro dos nossos oradores - M05 - Cátia Farinha & Micael Xavier

documentado por encontrosdocumentais, em 06.02.18

Este projeto foi desenvolvido na Escola Secundária da Sertã, no âmbito da Prova de Aptidão Profissional de Curso de Multimédia, tendo como finalidade realizar uma visita guiada virtual à igreja Matriz da Sertã, em 360 graus, a ser integrada nas aplicações turísticas disponíveis nas páginas do Turismo da Sertã e nas páginas de divulgação do património religioso da Igreja Matriz.

Apresenta-se como um projeto inovador e de grande impacto para a comunidade, tendo sido finalista e premiado pela 14ª Edição Prémio Fundação Ilídio Pinho, Ciência na escola 2016/2017.

Encontra-se disponibilizado à comunidade nas páginas do turismo da Sertã e Igreja Matriz, desde maio de 2017.

Este projeto pode ser acedido em

visita virtual em 360º – Português

http://www.youvisit.com/tour/paptsim/igreja_matriz_da

visita virtual em 360º – Francês

http://www.youvisit.com/tour/paptsim/igreja

visita virtual em 360º – Inglês

http://www.youvisit.com/tour/paptsim/english

visita virtual em 360º – Espanhol

http://www.youvisit.com/tour/paptsim/new_experience_4

páginas de património religioso

https://www.localprayers.com/PT/Sert%C3%A3/375992912588313/Par%C3%B3quia-de-S%C3%A3o-Pedro---Sert%C3%A3

Este projeto foi desenvolvido durante o ano letivo de 2016-2017 pelos docentes Carlos Renato, Pedro Coelho, Fernanda Paiva, Céu Silva, Teresa Fernandes e Sónia Teixeira.

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Ao Encontro dos nossos oradores - M02 - Teresa Campos

documentado por encontrosdocumentais, em 06.02.18

Inventário do Património Cultural Móvel: principios, metodologias e boas práticas

Esta comunicação tem como objetivo principal a análise da importância fundamental da qualidade da inventariação e documentação do acervo dos museus na gestão e salvaguarda do Património Cultural.

Mais do que contabilizar o quantitativo de um acervo, o Inventário constitui condição indispensável no processo de documentação, gestão, partilha e recuperação da informação, consolidando-se como um instrumento transversal de aprofundamento das tarefas museológicas.

A falta de metodologia e normalização, bem como a pouca persistência na sua aplicação são obstáculos à concretização dos objetivos de um inventário. Como fatores essenciais do sucesso apontamos a normalização da metodologia, as regras de registo da informação e o progresso reflexivo das linguagens documentais.A equação das necessidades reais, e a sua posterior efetivação, tem como resultado contribuições muito eficazes na realização das tarefas quotidianas e rotineiras. Assim, a produção orgânica e automática de documentação deverá ser alvo de uma implementação sistemática que atuará inevitavelmente como instrumento normalizador. Por outro lado, devemos considerar que todo o processo de inventariação deve ser entendido como uma estrutura aberta e a informação produzida deve ser alvo de mecanismos de controlo que regularmente farão a validação de preceitos comuns, a sua avaliação e/ou (re)adaptação a necessidades especiais.

Como tenho tido oportunidade de afirmar publicamente, é ineficaz a utilização de uma ficha modelo, é ineficaz a aplicação de novas tecnologias e até de sistemas informáticos de grande qualidade concebidos para o efeito, se houver falta de consenso o que conduzirá à produção de informação não uniforme, dispersa, perdida, com acesso vedado ou de partilha muito difícil.Perante a heterogeneidade facilmente se instaura o espírito de desagregação, não permitindo uma correta gestão da informação e subsequentemente a construção da memória e a sua preservação.

 

Os Museus, enquanto polos de conhecimento e divulgação, encontram portanto no inventário o instrumento primacial de partilha de informação e preservação das suas coleções.

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Teresa Campos foi Assessora do Museu Nacional do Azulejo de 1987 a 2007, onde desempenhou funções no inventário e gestão do acervo museológico e bibliográfico, na organização de exposições, nacionais e internacionais e na divulgação da instituição. Entre 2008 e 2012 integrou o Departamento de Património Imaterial do Instituto dos Museus e da Conservação, I.P e o Departamento de Património Imóvel, Móvel e Imaterial da Direção-Geral do Património Cultural onde desenvolveu dos sistemas de informação MatrizPix, Matriz 3.0 e MatrizNet. Participou em grupos de trabalho e projetos de âmbito internacional na área da digitalização de conteúdos culturais. É autora de diversos artigos e monografias na área da História de Arte e da Documentação, bem como da normalização de Inventários. Tem realizado inúmeras comunicações e ações de formação na área da informatização dos inventários nos museus e da normalização de terminologias. É desde 2014 a coordenadora/formadora do Curso do Inventário do Património Cultural Móvel da Rede Portuguesa de Museus. Em 2016 concebeu, desenvolveu e implementou o novo Matrizweb com especial relevo na sua aplicação na Plataforma online dos Museus da Madeira.

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Os sistemas de informação nos museus portugueses – o estado da arte a partir dos dados do Diagnóstico

 

O Grupo de Trabalho Sistemas de Informação em Museus da BAD procura pensar o Museu como um centro dinâmico de produção de conhecimento, ao assumir o objeto de museu como documento (Paul Otlet e Susanne Briët) e o acervo da instituição museológica, existente nas Reservas, Arquivo, Biblioteca ou Centro de Documentação como um todo unitário nas suas inter-relações informacionais.

Esta visão integradora do acervo do Museu implica um maior enfoque nas potencialidades informativas desse acervo, contribuindo assim, para uma mais eficiente gestão de toda a informação sobre património produzida em contexto museológico.

No âmbito deste Grupo de Trabalho, utiliza-se o conceito operatório de sistema de informação em museus (SIM) enquanto conjunto ordenado de elementos inter-relacionados que reúne, armazena, processa, faculta, informação considerada relevante para a missão e funcionamento da entidade museológica. Este sistema é centrado no acervo e na prática museológica. Entende-se aqui o acervo como um conceito abrangente que compreende todos os bens museológicos, independentemente da sua natureza ou suporte, incluindo espécimes bibliográficos e arquivísticos, existentes no museu ou que com ele possam ser inter-relacionados. Ao procurar a interoperabilidade com sistemas análogos, o SIM obedece às normas nacionais e internacionais no âmbito da museologia, arquivística e biblioteconomia, nas suas três vertentes essenciais: estrutura de dados, terminologia e procedimentos.

Todos os recursos de informação são importantes, sejam de cariz museológico biblioteconómico ou arquivístico, na medida em que todos, apesar dos seus pontos comuns ou das suas especificidades, geram conhecimento sobre as coleções e o património à guarda do museu.

Para esta visão integradora contribui não só o trabalho conjunto e pluridisciplinar dos profissionais de informação (museólogos, bibliotecários e arquivistas), mas também a construção de um eficiente sistema de informação que permita gerir a quantidade e a diversidade de informação que atualmente é produzida nas instituições museológicas, integrado na planificação e programação museológica de cada instituição com normas e procedimentos definidos no âmbito do processo de documentação, entre outros aspetos.

Os profissionais entenderam a natureza polissémica do objeto enquanto portador de informação e a necessidade de compilar elementos sobre a sua história e enquadramento antes e depois de ingressar em contexto museológico. Influenciados pelo rápido desenvolvimento das tecnologias aplicadas ao património, os sistemas de documentação evoluíram para sistemas de informação capazes de estabelecer relações entre objetos do acervo museológico e entre este e outros acervos existentes no museu, enriquecendo a informação disponibilizada, a interpretação e o conhecimento que é partilhado.

Numa sociedade em permanente transformação, com incidência a nível cultural e, em particular, no sector dos museus, as questões relacionadas com a gestão da informação dos acervos têm vindo a mobilizar crescente interesse, participação e debate não só entre os profissionais dos museus, mas também da comunidade académica.

O contexto de globalização dos meios de informação e comunicação tem levado a instituição museu à necessária reavaliação e à adoção de novas estratégias no sentido de dar resposta às exigências que vão sendo colocadas de forma a manter a sua relevância perante objetivos e necessidades em constante mudança.

É neste cenário que o GT-SIM promove em 2016 o estudo Diagnóstico aos sistemas de informação nos museus portugueses com o objetivo de dar a conhecer as principais caraterísticas dos museus no que diz respeito às áreas de gestão da informação dos seus vários tipos de bens patrimoniais, procurando contribuir tanto para o desenho de um quadro global da realidade existente em Portugal, como para a reflexão e discussão sobre a importância que estas questões assumem no quotidiano dos museus.

Os dados resultam da aplicação de um inquérito por questionário em plataforma especializada online dirigido a uma amostra do universo museológico nacional, tendo-se recolhido um total de 222 respostas. Nesse sentido, procura-se nesta comunicação avançar tanto alguns dos resultados gerais do referido Diagnóstico como apresentar outros que permitam caraterizar os museus que possuem vários acervos, que recursos mobilizam e que instrumentos e ferramentas utilizam para a sua gestão.

Coordenador do Diagnóstico SIM: Jorge Santos

Equipa: Conceição Serôdio, Fernanda Ferreira, Maria Manuel Velasquez; Margarida Dias da Silva e Patrícia Costa

Informação sobre o Diagnóstico SIM:

https://www.bad.pt/noticia/2017/03/13/apresentacao-dos-resultados-do-diagnostico-aos-sistemas-de-informacao-nos-museus-portugueses/

https://www.bad.pt/noticia/2017/05/18/publicacao-dos-resultados-do-diagnostico-aos-sistemas-de-informacao-nos-museus-portugueses/

Relatório do Diagnóstico SIM:

https://www.bad.pt/noticia/wp-content/uploads/2017/06/GTSIM_DSIM_Relat%C3%B3rioFinal.pdf

Atividade do Grupo de Trabalho Sistemas de Informação em Museus:

https://www.bad.pt/noticia/category/informacaomuseus/

 

 

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Conceição Serôdio

Grupo de Trabalho Sistemas de Informação em Museus - Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas.

Conta já com 27 anos ao serviço das Bibliotecas, Arquivos e Museus na Câmara Municipal de Loures. Responsável pela gestão do acervo documental do Museu de Cerâmica de Sacavém. Integra a equipa de investigação, produção, comunicação e divulgação das exposições e de património Industrial no Museu, e publica textos em catálogo e apresentações públicas sobre o acervo documental do Museu. Comissária da exposição Fábrica Móveis Olaio, 2015-2016 e coordenadora da edição em 2017 do livro Móveis Olaio. Coautora do projeto e realizações do Encontro Nacional de Centros de Documentação de Museus promovido pela Câmara Municipal de Loures.

Mentora do Grupo de Trabalho Sistemas de Informação em Museus da BAD – Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas e cocoordenadora desde 2012.

Membro da Direção da APAI – Associação Portuguesa de Arqueologia Industrial desde 2015.

Licenciada em Filosofia, variante Filosofia da Cultura, pela Faculdade de Letras de Lisboa.

Pós-graduação em Ciências Documentais – Biblioteca e Documentação, pela Universidade Autónoma de Lisboa.

Pós-graduação em Gestão e Empreendedorismo Cultural e Criativo, pelo INDEG / ISCTE.

Sócio das Associações Portuguesas BAD, APAI, Acesso Cultura, e do ICOM Internacional.

 

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Fernanda Ferreira

Mestrado em Arquivos, Bibliotecas e Ciência da Informação, pela Universidade de Évora (2009). Curso de Especialização de Ciências Documentais, variante Biblioteca, pela Universidade Autónoma de Lisboa (2000) e Licenciatura em História pela Universidade Autónoma de Lisboa (1997).

Integra a equipa técnica e científica do Ecomuseu Municipal do Seixal (EMS), desde 1999, com participação em vários projetos de investigação e difusão relacionados com o estudo e inventário de fundos documentais e o apoio em ações e projetos de preservação, digitalização e divulgação de conteúdos.

Desempenha funções como coordenadora no Centro de Documentação e Informação do Ecomuseu Municipal do Seixal, e é também responsável pela gestão e manutenção do Sistema de Documentação e Informação do EMS.

Integra a equipa de coordenação do Grupo de Trabalho de Sistemas de Informação em Museus da APBAD, desde 2012 e faz parte dos orgãos diretivos desta Associação (2017-2019). 

É membro do ICOM (International Council of Museus) e do Comité Internacional para a Documentação (CIDOC) do ICOM.

 

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Programa atualizado - Museus

documentado por encontrosdocumentais, em 06.02.18

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Todos os interessados em participar na iniciativa deverão realizar a sua inscrição em http://servicosonline.cm-viladerei.pt/servicosonline/ no separador "cultura" (consulte todas as condições de acesso antes do ato da inscrição). 

Para mais informações sobre as inscrições ou programação das sessões, os interessados poderão consultar o blog http://encontrosdocumentais.blogs.sapo.pt/ ou entrar em contacto com a Biblioteca Municipal José Cardoso Pires através do número 274 890 000 ou dos endereços de correio eletrónico biblioteca@cm-viladerei.pt e museus@cm-viladerei.pt.

 

Para certificação como Ação de Curta Duração (6h)- Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, de Educação Especial e Professores Bibliotecários , deve manifestar esse interesse, inscrevendo-se neste formulário: 
https://goo.gl/forms/FyOB83zHAVoteNj93 


Data limite para inscrições: 
Museus: 12 de fevereiro 

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